Disseste-me para editar toda a nossa vida. Passar um lápis (azul, suponho) por cima de tudo, como quem inventa segreda e desvenda tristezas. Não há dia que passe que não me recorde disto. Que querias, simplesmente como se isso não nada fosse, rasgar e queimar todas as cartas que trocámos.
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